Terça-feira, 27 de Março de 2007
11.

Existem ou não estudos que afirmam que a capacidade da Portela pode ser da ordem dos 20 milhões milhões de passageiros por ano ?


Existem estudos exploratórios que apontaram para a possibilidade de um potencial de capacidade da ordem dos 20 milhões de passageiros por ano. Este valor, no entanto, estava sujeito a revisão e confirmação, por recurso a um modelo de simulação, visto que a avaliação exploratória feita se referia à análise independente de cada subsistema per si e não ao equilíbrio dos subsistemas que ditam a capacidade do aeroporto:

• Pistas e caminhos de circulação
• Número de posições de estacionamento para as aeronaves
• Terminais de passageiros e de carga
• Acessos terrestres

Sendo o subsistema mais restritivo o que determina a capacidade limite, não é por aumentar a capacidade dos outros subsistemas que se aumentará a capacidade global de processamento do aeroporto.
Nos estudos foi verificado que capacidades superiores só seriam possíveis com a extensão do caminho de circulação paralelo à pista 03-21, o que implicaria a expropriação e demolição de uma zona no Prior Velho, com custos elevados de construção. Esta extensão, contudo, apenas permitiria um ganho marginal de 4 movimentos nas operações da direcção 21, não acrescendo qualquer capacidade na direcção 03 (a mais utilizada no aeroporto).
Por outro lado, as necessidades de estacionamento para níveis da ordem dos 20 milhões de passageiros por ano, ascenderiam a 70 a 80 posições que seriam de muito difícil concretização no espaço existente. Ainda assim, a ser possível a instalação destas posições, as mesmas comprometeriam a circulação no solo, promovendo o desequilíbrio com a capacidade da pista ao originarem situações de congestionamento e de aumento desproporcionado dos atrasos, com consequente degradação da qualidade de serviço prestada.
Também a adequação do terminal de passageiros para 20 milhões de passageiros por ano obrigaria à construção de um novo terminal para além do existente, com consequente redução do espaço para estacionamentos e circulação de aeronaves e diminuição da capacidade do lado ar. As ampliações necessárias teriam de ser efectuadas com prejuízo da operação, diminuindo a capacidade oferecida durante todo o tempo das obras, com manifestos e incontornáveis inconvenientes para os operadores e passageiros.
Do lado da carga, a capacidade do processamento só poderá ser melhorada com a relocalização e construção de um novo terminal. As instalações existentes não permitem a sua expansão e não proporcionam as condições exigidas pelos diversos agentes que as utilizam.
É conhecida a situação de congestionamento dos acessos rodoviários que servem o aeroporto da Portela. Apesar das alterações introduzidas na rede viária própria do aeroporto, que vieram melhorar a circulação nas zonas imediatas, o problema dos acessos ao aeroporto mantém-se e só poderá agravar-se com o aumento da procura do transporte aéreo. Por outro lado, para oespaço para estacionamentos e circulação de aeronaves e diminuição da capacidade do lado ar. As ampliações necessárias teriam de ser efectuadas com prejuízo da operação, diminuindo a capacidade oferecida durante todo o tempo das obras, com manifestos e incontornáveis inconvenientes para os operadores e passageiros.
Do lado da carga, a capacidade do processamento só poderá ser melhorada com a relocalização e construção de um novo terminal. As instalações existentes não permitem a sua expansão e não proporcionam as condições exigidas pelos diversos agentes que as utilizam.
É conhecida a situação de congestionamento dos acessos rodoviários que servem o aeroporto da Portela. Apesar das alterações introduzidas na rede viária própria do aeroporto, que vieram melhorar a circulação nas zonas imediatas, o problema dos acessos ao aeroporto mantém-se e só poderá agravar-se com o aumento da procura do transporte aéreo. Por outro lado, para oespaço para estacionamentos e circulação de aeronaves e diminuição da capacidade do lado ar. As ampliações necessárias teriam de ser efectuadas com prejuízo da operação, diminuindo a capacidade oferecida durante todo o tempo das obras, com manifestos e incontornáveis inconvenientes para os operadores e passageiros.
Do lado da carga, a capacidade do processamento só poderá ser melhorada com a relocalização e construção de um novo terminal. As instalações existentes não permitem a sua expansão e não proporcionam as condições exigidas pelos diversos agentes que as utilizam.
É conhecida a situação de congestionamento dos acessos rodoviários que servem o aeroporto da Portela. Apesar das alterações introduzidas na rede viária própria do aeroporto, que vieram melhorar a circulação nas zonas imediatas, o problema dos acessos ao aeroporto mantém-se e só poderá agravar-se com o aumento da procura do transporte aéreo. Por outro lado, para o nível de capacidade apontado, 20 milhões de passageiros por ano, estaríamos a sobrecarregar ainda mais o subsistema de acessibilidades, já de si sobrecarregado.
A análise desenvolvida nos estudos em questão, apontou para a inviabilidade de qualquer expansão para o limiar de capacidade dos 20 milhões de passageiros por ano, dentro ou próximo do perímetro actualmente ocupado.
Assim, e perante esta inviabilidade, optou-se por melhorar a performance de subsistemas deficientes, por forma a equilibradamente se permitir uma expansão para níveis da ordem dos 15-16 milhões de passageiros por ano.



publicado por ota às 15:54 | link do post | comentar | adicionar aos favoritos

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