Quinta-feira, 21 de Junho de 2007
Questões chave

Agora que se prepara um quadro comparativo de soluções para o novo aeroporto de Lisboa, importa responder às questões chave; convido-vos a encontrar as respostas a estas seis interrogações: 

 

1 – Hoje em dia, os passageiros e empresas que operam na Portela subsidiam a operação deficitária de quase todos os outros aeroportos sob a alçada da ANA S.A.. Que modelo de privatização da ANA S.A. e exploração do novo aeroporto, atenuará esta infracção à política do utilizador/pagador?

 

2 – Sendo lógico que, no âmbito da montagem do negócio “Novo Aeroporto”, com o Estado fique somente o risco “procura”, qual será o volume a contratar para o dia de abertura? Ou vai ser negociado um prazo de concessão variável, a determinar em função da escala de operação aquando do início da actividade do NAL?)

 

3 – Tendo os normativos da ICAO (as referências de Segurança mundialmente aceites para o cálculo das áreas de segurança) sido concebidas para a exigência máxima de 1510 m de separação entre pistas, de que forma se adaptam os requisitos na Ota com uma separação de 1700 m? Que adequação se fará da legislação concebida para os aviões e controlo aéreo de há 30 anos à realidade de 2017?

 

4 – Que impacte na capacidade competitiva do aeroporto Ota teria a sua inclusão numa zona declarada franca, passível da instalação de indústria e serviços de alto valor acrescentado?

 

5 – Qual a diferença entre o custo médio de utilização da Ota, no que respeita à deslocação dos passageiros e dos funcionários, e o equivalente em qualquer uma das outras alternativas já sugeridas? Qual o peso da diferença desta externalidade na viabilidade dos vários cenários?

 

6 – Qual o grau de exposição a mercados ou operadores significativos? Em que medida é o Plano de Negócio prejudicado por uma eventual desequilíbrio/dependência? 

 

João Moutinho 

 



Terça-feira, 12 de Junho de 2007
Ponto de Partida

Continua-se a escrever sobre a bondade (e maldade) da deslocalização do aeroporto de Lisboa e sobre a má ou boa opção que a Ota pode ser. Pena é, que as mais das opiniões venham enfraquecidas por evidentes ambições políticas, lobismo regional, visão sectorial e até por interesses pessoais. Na realidade, este é um assunto de tal importância na concepção (logo no desempenho) das estruturas macro-económicas do país e no posicionamento de Portugal face aos fluxos de pessoas, bens e serviços internacionais, que não poderá deixar de ter uma abordagem pragmática, abrangente, integrada e com horizontes mais afastados que qualquer fronteira de região, legislatura ou expectativa de vida útil na política.

 

Este sítio pretende abrigar opiniões independentes e construtivas; queremos argumentos sustentados, comparações objectivas, números explicados, referências provadas. Se você se revê nesta postura, ajude-nos a responder a estas perguntas: 

 

- O aeroporto que serve Lisboa tem que sair da Portela? Se tem, porquê e quando?

- A melhor alternativa para uma eventual nova localização é a Ota? Porquê?

- Que tipo de aeroporto se deve construir?

 

João Moutinho



Comandante João Moutinho. Ver nota biográfica.

.vídeos
.Documentos

. apresentações(7)

. capacidade limite(1)

. características(1)

. cv´s(1)

. documentos(45)

. epia(2)

. estudos(28)

. impacte da relocalização(1)

. impacto(1)

. investimento(1)

. lisboa 2017(1)

. naer(1)

. notas técnicas(1)

. ota(1)

. parceiros(1)

. perguntas frequentes(51)

. perspectivas(6)

. pontos de vista(1)

. regulação(1)

. rio frio(1)

. viabilidade(2)

. todas as tags

.links
.posts recentes

. Questões chave

. Ponto de Partida

. Futuro

. 50. A implantação do Novo...

. 49. Como irá a localizaçã...

. 48.

. 47.

. 46.

. 45. Existem outros aeropo...

. 44. Qual o Modelo de Tran...

.arquivos

. Junho 2007

. Abril 2007

. Março 2007

blogs SAPO
RSS