Terça-feira, 12 de Junho de 2007
Ponto de Partida

Continua-se a escrever sobre a bondade (e maldade) da deslocalização do aeroporto de Lisboa e sobre a má ou boa opção que a Ota pode ser. Pena é, que as mais das opiniões venham enfraquecidas por evidentes ambições políticas, lobismo regional, visão sectorial e até por interesses pessoais. Na realidade, este é um assunto de tal importância na concepção (logo no desempenho) das estruturas macro-económicas do país e no posicionamento de Portugal face aos fluxos de pessoas, bens e serviços internacionais, que não poderá deixar de ter uma abordagem pragmática, abrangente, integrada e com horizontes mais afastados que qualquer fronteira de região, legislatura ou expectativa de vida útil na política.

 

Este sítio pretende abrigar opiniões independentes e construtivas; queremos argumentos sustentados, comparações objectivas, números explicados, referências provadas. Se você se revê nesta postura, ajude-nos a responder a estas perguntas: 

 

- O aeroporto que serve Lisboa tem que sair da Portela? Se tem, porquê e quando?

- A melhor alternativa para uma eventual nova localização é a Ota? Porquê?

- Que tipo de aeroporto se deve construir?

 

João Moutinho


publicado por ota às 18:41 | link do post | adicionar aos favoritos

De Luís Miguel Oliveira a 18 de Junho de 2007 às 14:07
Eis um blog muito interessante pelos princípios que o nerteiam e pelo fim que prossegue.
Tenho muita vontade de nele participar, mas há perguntas e respostas que necessitam de informação não disponível para os "cidadãos mais comuns".
No entanto, áquelas 3 questões surgem-me as seguintes respostas:
1 - Parece que o Aeroporto de Lisboa terá mesmo que saír da Portela, ainda que só a longo prazo tal necessidade se torne imperativa.
2 - A Ota não parece ser, com os disponíveis, a melhor opção. Se o AL deve sair da Portela por falta de espaço, e se o volume máximo de passageiros previsto poderá estar esgotado em 20, 30 ou 40 anos, como poderá ser implantado numa zona que não lhe permite futuras ampliações? Só se for para construirmos 2 ou 3 ou 4 novos aeroportos em cada século!
3 - Uma das hipóteses analisadas por alguns políticos é a construção por fases, à medida das necessidades. Caramba, não chega o caos que se vive em permanência à volta da Portela, com obras iniciadas todos (ou quase todos) os anos? Vai ser mais uma obra de Santa Engrácia?
Por mim, a fazer-se um novo aeroporto, faça-se de uma vez por todas, de preferência com uma capacidade sobreavaliada. Antes a mais do que a menos, mesmo que pareceça ser mais caro. Não quero ver mais obras como as de alargamento da A 1, entre Carregado e Torres Novas (substituem-se viadutos novos por outros com maior vão, apenas porque, à época, ninguém viu o óbvio).


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